Com os cenários de fantasias desbotados e rasgados restou o que sempre havia sido: ruínas de lixo e escuridão, soldos em atraso, casas da cura abandonadas e muita destruição.
Castelos fantasmas que se desmancham ao sabor do vento; passarelas infinitas que partem do nada e seguem para canto algum; palanques monumentais comidos pelas traças da própria ostentação e lacaios patéticos em sessões teatrais procurando perpetuar o caos no próprio tempo.
E assim se soube que aquele reino em que se vivia era apenas o império da fantasia inventado aos sábados e propagado pelos menestréis de conveniência. Restou uma rainha sem reino, vagando soberana em sua carruagem de vidros altos e escuros, sobre os escombros que ela mesma criou.
Por Ramilton Marinho

Excelente, Ramilton!!
ResponderExcluirespetacular
ResponderExcluirtinha que ser o doutor ramilton
ResponderExcluirtudo a ver
ResponderExcluirBela contextualização
ResponderExcluirgostei dos "menestréis de conveniência" MUITO BOM
ou seja babões
Excluirmuitom bom não, EXCELENTE!!
Contagem regressiva
ResponderExcluirfalta
1 DIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
para
a
posse
do
nosso
prefeitão
MORAL
PORQUE SERA Q UM PROFESSOR QUE DAR AULAS HORRÍVEL NA UFCG SE PRESTA A UM PAPEL DESSE DE POLITICAGEM , VÁ ESTUDAR MAIS PARA DAR AULA, QUE O PROFESSOR RUIM E ESSE, SE O NOVO TEMPO FICAR CHEIO DE GENTE ASSIM CUITÉ AGORA AFUNDA DE VEZ...
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